Trechos de um texto elaborado para ser apresentado na 2ª Conferência Nacional de Cultura, a realizar-se entre11 e 14 de março, indica claramente que há corrente do governo armando ameaçadas à liberdade de expressão no País, a qual, em uma verdadeira democracia, deve ser plena e irrestrita.
Lembre-se que um mártir da causa de livre expressão no Brasil, Líbero Badaró, morreu proclamando: “Morre um liberal, mas não morre a liberdade”. Em homenagem à sua memória, todo democrata tem de lutar contra qualquer forma de cerceamento à liberdade dos meios de comunicação.
Essa corrente que está por trás desse tipo de manobra, e que na verdade não representa a totalidade do governo, liga-se a uma mentalidade muito atrasada, identificando-se com o que de pior existe na política sul-americana, ou seja, a retórica do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, responsável pela substancial queda de nível do bem-estar em seu país, não obstante as gordas receitas de vendas de petróleo.
Entidades respeitadas como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Associação Nacional dos Jornais (ANJ) já emitiram manifestações de veemente repúdio a tentativas de cerceamento da liberdade dos meios de comunicação. O conjunto da sociedade também se incorpora a esta firme oposição a desígnios funestos para a democracia que alimentam iniciativas como a do conteúdo do texto para a Conferência de Cultura.O Brasil não pode aceitar retrocessos neste campo.
Jornal O Popular
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