domingo, 8 de julho de 2012

Suiá-Missu/Maraiwatsede: A Imprudência do Desembargador Souza Prudente

Kalixto Guimarães/Correspondente do Araguaia

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“Um Juízo para ser justo e verdadeiro, nunca pauta o julgamento do réu ou decreta a sua sentença, fundamentado nas meias palavras das provas testemunhais e em fatos duvidosos. Sobre o caso Suiá-Missú/Maraiwatsede, tal demanda representa uma das mais vergonhosa fraude cometidas pela FUNAI.”

Tudo indica que o desembargador Souza Prudente, do Tribunal Regional Federal de Mato Grosso, TRF 1ª Região, ao suspender a liminar que garantia a permanência dos produtores na gleba Suiá-Missú, tenha ocorrido sob a forte influencia do circo armado na Rio + 20, onde, a máfia verde internacional se fazia presente. A Procuradora Federal Márcia Brandão, a ongueira Iara Ferraz e até o Ministro Gilberto Carvalho, cérebro do governo petista, juntados aos piratas das causas indígenas, a exemplo do ator suburbano Marcos Palmeiras, ardilosamente prepararam mais uma encenação teatral, usando o índio Damião Paradzane, da fictícia aldeia de “maraiwatsede,” para sensibilizar os magistrados que julgam o conflito entre os produtores e parte dos xavante, os quais, disputam os despojos da ex-fazenda do Papa. Assim, os ecos da promessa do atual bruxo do planalto central, Gilberto Carvalho, de que “resolveria a questão o mais rápido possível,” ressuou em instantes na Corte Federal de Cuiabá.

Os peticionários dessa polemica demanda são representados pelo; MPF,FUNAI e a própria União. Literalmente, este é um caso raro de xenofobia nacional , isto é; O Brasil, sofre a infestação de um verme que devora as suas entranhas, destruindo a “flora” de formação e unidade do povo brasileiro. Os saquipantras e lacaios que ocupam cargos de confiança e de responsabilidade no serviço publico, em todos os seus níveis, constituem o bolo verminal insaciável que tripudia contra os interesses da nação a favor de benefícios pessoais e de certos grupelhos intitulados pomposamente de; Trades, Corporation e outras Rouding. É por intermédio dessa simbiose destrutiva, que a expansão desnecessária das terras indígenas, reservas extrativistas e quilombolas, tem conquistado grandes áreas de terras objetivando impedir a escalada do Brasil, no ranking mundial da produção de alimentos.

Não resta duvida que, tanto a sentença do Juiz Jose Pires da Cunha, também , do TRF/MT, que foi proferida em 2007, determinando a “retirada imediata” e sumaria dos produtores que vivem e trabalham na referida área, quanto a ultima e precipitada decisão do desembargador Souza Prudente, foram editadas sob “pressão” dessas forças atuante dentro e fora dos organismos governamentais. Ao longo desse litigio contestações valiosas e provas documentais sucintas já foram arroladas nos autos, porém, a maioria dos juízes tem feito vista grossa. A imprudência do desembargador Prudente, poderá custar caro para o pais, uma vez que, atropela as negociações entre; produtores, xavante e o governo de Mato Grosso , no sentido de permutar a área conflitante pelo Parque Estadual do Araguaia, podendo ainda, precipitar o ineditismo de uma guerra tribal entre a etnia xavante, com um monte de gringos pelo meio. Este é o Brasil do futuro vivendo hoje, o seu faroeste caboclo.

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