quarta-feira, 17 de março de 2010

Marido condenado a 15 anos pelo Juri do Araguaia por matar esposa

por Ronaldo Couto

Barra do Garças

Jailson Nunes

A pauta do Júri Popular de 2010 da 2 ª Vara Criminal de Barra do Garças começou na sexta-feira (12) com o julgamento de Jailson Nunes Xavier, 38 anos, que matou a esposa, Marilza Marques dos Santos, em junho do ano passado, com um golpe de faca sem peito da vítima, no bairro São José.

O júri foi promovido não Plenário da Câmara Municipal com uma presença de vários familiares da vítima, do réu e de acadêmicos dos dois cursos de bacharelado em Direito da Cidade de Barra do Garças.

Ao final do julgamento, os jurados condenaram o réu Jailson por Unanimidade um 15 anos de prisão. Jailson será encaminhado para o Presídio de Água Boa. O presidente do Júri Popular, juiz Otávio Vinicius, que obteve uma pauta deste ano prevê duas seqüências de julgamentos sendo que a primeira teve início na quinta (12) e irá até o início de abril. A segunda jornada será cumprida depois do recesso forense em julho, provavelmente em agosto.

Um aspecto destacado sobre o Júri Popular foi o primeiro julgamento realizado na comarca de Barra do Garças sem a presença do réu, que ocorreu em novembro do ano passado quando foi condenado Jovelino Lopes Viegas, 44 anos, pelo estupro e estrangulamento de duas meninas de 8 e 13 anos de idade, no Distrito de Paredão Grande, em General Carneiro, no Araguaia.

Jovelino foi condenado a 69 anos e 6 meses de Reclusão. De acordo com uma promotora de Justiça Luciana Rocha Abraão David, os crimes Aconteceram em fevereiro de 2005. "Com a reforma do Código de Processo Penal, não há mais Necessidade do réu estar presente para a Realização do Júri. Esse foi o primeiro julgamento que realizamos em Barra do Garças sem a presença do réu ", explicou a promotora de Justiça.

Segundo ela, uma Condenação do Réu uma 69 anos e seis meses de prisão foi Unânime entre os jurados. Na época do crime, como Vítimas por populares Foram encontradas cerca de 15 dias após o crime, no interior de uma fazenda em que o réu trabalhava, um enterradas em um matagal próximo um córrego, distante cerca de 800 metros da sede da fazenda.

Jovelino recolhido está na velha cadeia de Barra do Garças esperando autorização de Cuiabá para seguir para o Presídio de Segurança Máxima de Água Boa.

Ele alegou que não agiu sozinho. Jovelino atraiu como abacaxi para meninas e chupar na fazenda como amarrou cometendo estupro e estrangulamento da adolescente de 13 anos e depois da menina de 8 anos.

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