Falta de energia da CELG causa mais prejuízos em Jaraguá devido a novo apagão
Se relampejar a energia acaba, se ventar ela vai embora, se fizer sol forte ela falta, e assim segue a rotina da energia elétrica em Jaraguá, por qualquer motivo a energia acaba. Para dizer o mínimo é uma “sacanagem” o que a CELG faz com a população de Jaraguá, e o mais complicado é lembrar que o período chuvoso está apenas começando. Não podemos lamentar pelas chuvas, que são bem vidas, mas pela incompetência da CELG, que está a beira da falência e não consegue mais fornecer energia aos jaraguenses.
Foto: Reprodução do Google
Moradores de Jaraguá estão confiando mais em um pacote de velas do que na energia fornecida pela CELG.
Uma pergunta que não quer calar, quem quebrou a CELG? Muito provavelmente o povo goiano nunca terá oficialmente está resposta, embora ela esteja na ponta da língua. Os responsáveis pela quebradeira da CELG, foram os últimos quatro governos, desde Iris Resende, acentuando em Maguito Vilela, passando por Marconi Perillo e chegando a Alcides Rodrigues, todos eles têm suas parcelas de culpa.
Por outro lado, os consumidores realmente não estão interessados no jogo de empurra, nem na baixaria política, o povo quer é energia de qualidade e sem apagões. Nós inclusive já sabemos que o custo da energia elétrica será alto, de qualquer jeito. Seja a CELG, administrada pelo incompetente Governo de Goiás, seja pelo Governo Federal ou pela iniciativa privada...
Hoje em uma conta de R$ 100,00, o pobre consumidor paga, R$ 29,00 de ICMS (ou 29%), 0,81% de PIS, 3,99% de CONFIS e mais R$ 12,18 referentes a emenda constitucional número 39, que instituiu a CIP (Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública) em outras palavras, a famigerada Taxa de Iluminação Pública.
Fazendo as contas; R$ 29,00 de ICMS, mais R$ 3,99 de CONFIS, mais R$ 0,81 de PIS e mais R$ 12,18 de CIP, a soma é igual a R$ 45,98. Chegasse à conclusão que carga tributária da energia elétrica em Goiás, levando em conta um talão de energia de R$ 100,00, a conclusão de que pagamos 45,98% de imposto, um absurdo. E como se não bastasse isso, ainda temos que conviver com apagões, principalmente em Jaraguá.
Depois do apagão contínuo de três dias, que aconteceu recentemente, somado ao apagão de terça-feira (13/10), quando a cidade inteira ficou sem energia elétrica por quase 4 horas, ficou também a expectativa sobre as respostas da CELG, ao Ministério Público. Isso porque na sexta-feira (10/10), venceu o prazo dado a estatal para dar explicações. Na próxima semana quando retorna de viagem a promotora deverá se pronunciar sobre o assunto.
Demissões
Quem ligou na CELG de Jaraguá no dia seguinte ao apagão, não teve explicação do que aconteceu terça-feira, ninguém atendeu ao telefone para falar do assunto. “Olha, eles deram uma saidinha, daqui a pouquinho você liga de novo”.
O número 0800 620196 da CELG em Goiânia deveria ser desativado, eles enrolam o consumidor, para depois começar a anotar as reclamações. Com um detalhe, nada do que o consumidor pergunta, eles sabem responder.
É de se questionar, se a CELG está mesmo falida, para que manter funcionários que não sabem de nada, se para recuperar a empresa, se demitisse esse pessoal já seria um começo.
Folha de Jaraguá
Selzy Quinta

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